quinta-feira, 26 de junho de 2008

Eternal sunshine

Eu decidamente sou um pessoa do dia. Gosto das noites também, mas se a gente precisa dizer que um dos dois equilibra melhor o ser, assim como algumas pessoas são mais Yyin e Yang, eu sou mais dia. Sou movida a sol. É só dar uma passeadinha à luz e ao calor do Sol que meu humor se abre no meio das nuvens cinzentas. Basta sentir o sol para meu dia estiar.
Não é preciso muito para que eu deixe de resolver algumas coisas e opte por uma caminhada ao Sol. Passo mais de meia hora do meu horário de almoço caminhando e curtindo o sol que não vejo e não sinto aqui na redação. E basta para relaxar e continuar o estressante dia de fechamento...
Sol me lembra alegria, liberdade, paixão, gostura. Sol é férias, sol é leve... sol é vida; é mais do que vida. É viver...

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Em comemoração ao Dia dos Namorados...


I am a survivor (I Will Survive)

Gloria Gaynor

Composição: Belzunces

At first, I was afraid, I was petrified.
Kept thinkin' I could never live
Without you by my side,
But then I spent so many nights
Thinkin' how you did me wrong.
And I grew strong
And I learned how to get along.

And so you're back from outer space.
I just walked in to find you here
With that sad look upon your face.
I should've changed that stupid lock,
I should've made you leave your key,
If I had known, for just one second,
You’d be back to bother me.

Well, now go! Walk out the door!
Just turn around now,
'Cause you're not welcome anymore!
Weren't you the one
Who tried to hurt me with goodbye?
Did you think I'd crumble?
Did you think I'd lay down and die?

Oh no, not I! I will survive!
Oh, as long as I know how to love,
I know I'll stay alive!
I've got all my life to live.
I've got all my love to give.
And I’ll survive! I will survive!
Hey, Hey!

It took all the strength I had
Not to fall apart
And trying hard to mend the pieces
Of my broken heart.

And I spent, oh, so many nights
Just feeling sorry for myself.
I used to cry,
But now I hold my head up high!

And you'll see me, somebody new,
I’m not that chained up little person
Still in love with you.

And so you felt like droppin' in
And just expect me to be free,
But now I'm savin' all my lovin'
For someone who's lovin' me!

Go now! Go! Walk out the door!
Just turn around now!
'Cause you're not welcome anymore!
Weren't you the one
Who tried to break me with goodbye?
Did you think I'd crumble?
Did you think I'd lay down and die?

Oh no, not I! I will survive!
Oh, as long as I know how to love
I know I'll stay alive!
I've got all my life to live.
I've got all my love to give.
And I'll survive. I will survive! Oohh..

Go now! Go! Walk out the door!
Just turn around now!
'Cause you're not welcome anymore!
Weren't you the one
Who tried to break me with goodbye?
Did you think I'd crumble?
Did you think I'd lay down and die?

Oh no, not I! I will survive!
Oh, as long as I know how to love
I know I'll stay alive!
And I've got all my life to live.
And I've got all my love to give.
And I'll survive. I will survive! I will survive!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Adeus Carrano

Agora há pouco, uma notícia me surpreendeu bastante. Há poucos dias, menos de uma semana, conversava com a minha chefe e lembrei do meu começo de trajetória aqui na Gazeta da Zona Norte. Entre os feitos iniciais e os que mais marcaram até agora, está a entrevista com Austregésilo Carrano Bueno, autor do livro "O Canto dos Malditos", que inspirou o filme "O bicho de sete cabeças". Ao abrir o site da Folha Online, acabo de descobrir que ele faleceu na tarde de ontem.
A sensação da notícia foi esquisita. Não era um parente, um amigo, nem um vizinho, ou alguém que eu costumava cumprimentar na rua. Mas um cara que eu vi uma vez na vida e fez questão de me tratar com afabilidade, sem a frieza típica das entrevistas marcadas. O que mais pensei foi que eu fui privilegiada de ter conhecido um cara como aquele e enxergado sua história sem o lodo dos preconceitos e do conservadorismo.
Carrano não tinha papas na língua. Falava tudo, e tudo como queria falar, da maneira que considerava mais verossímel ao se expressar. Estava longe de ser um mal-educado, mas expressou os piores momentos de sua história de internação psiquiátrica com palavras feias e agressivas, que não deve ter sido menos feia do que os momentos que passara sob efeito de fortíssimas drogas psiquiátricas. Gravei com fidedignidade alguns trechos: "Imagine, você, todo cagado, o dia inteiro... as fezes saindo sem controle", dizia, gesticulando, num tom de voz sentido. Exibia os dentes estragados, resultado dos inúmeros tombos e choques elétricos tomados durante a internação. Tinha o rosto envelhecido, sofrido, apesar da jovialidade exprimida no seu jeito de ser e vestir-se.
Ele teve a coragem de explicitar em seu livro os maus tratos e abusos sofridos pelos pacientes de clínicas psiquiátricas. Os atos desumanos aos quais era submetido e o descaso de funcionários, médicos e enfermeiros, além de inadequadeção no tipo de tratamento. Sofria todo o tipo de violência física e psicotrópica, sendo um paciente lúcido e consciente do que estava vivendo, condição que o deu a oportunidade de escrever o livro e denunciar os escalabros. Pior: de sentir na pele todo o tipo de maus tratos, consciente, vendo, ouvindo e entendendo tudo o que se passava, ao contrário de pacientes com reais problemas mentais. àquela época, Carrano era um jovem de 17 anos, internado pelo próprio pai por ter fumado maconha.
Não estou aqui para julgar a vida do autor, nem seus atos. Mas havemos de entender que, na esquizofrênica rotina moderna em que vivemos, é preciso considerar as causas e conseqüências; o fator humano e imperfeito existente em cada um nós. Em todos nós, aliás, que já cometemos e continuamos a cometer nossos deslizes. Nada que fira a ética ou o bem-estar coletivo, como foi o caso do autor. Mas algo intrínseco à nossa vil condição humana; pelo qual Carrano foi duramente punido e pelo qual teve sua vida modificada para sempre, em termos de seqüelas físicas e psicológicas. Na contra-mão da história, a vida precisa apresentar seu perfeito ciclo de idas e vindas, às vezes: foi preciso um jovem de 17 anos ser maltratado até a quase morte de sua alma, para que o espírito pudesse renascer, contar toda a raiva e delatar as atrocidades cometidas em supostas casas de saúde.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Stop crying your heart out

(Noel Gallagher)

Hold on
Hold on
Don’t be scared
You’ll never change what’s been and gone

May your smile (may your smile)
Shine on (shine on)
Don’t be scared (don’t be scared)
Your destiny may keep you warm

Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You’ll see them some day
Take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out

Get up (get up)
Come on (come on)
Why’re you scared? (I’m not scared)
You’ll never change
What’s been and gone

Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You’ll see them some day
Take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out

Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You’ll see them some day
Just take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out

We’re all of us stars
We’re fading away
Just try not to worry
You’ll see us some day
Just take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out
Stop crying your heart out
Stop crying your heart out
Stop crying your heart out

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Às vezes, o cansaço, a tagarelice, a inquietude e os espirros traduzem-se noutra coisa. Às vezes, tudo o que eu quero é um pouco de colo, um lugar quente e sossegado, além de um pouco de aconhego. Braços masculinos me envolvendo, paz duradoura, um pouco de plenitude, estar à vontade, rumo à tranqüilidade. Às vezes, preciso de um pouco de afetuosidade, ternura, palavras brandas e sutis. Necessidade que traduz-se na vontade de estar um pouco mais completa, nem que por um instante.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Porque eu amo dançar

E é porque eu amo dançar que vou dedicar mais um post, dentre os inúmeros que já escrevi nos quatro blogs que tive, a este tema. E também porque eu acho que todos deveriam passar uma vez na via pela experimentação da dança. Não digo dança de danceteria, de barzinho, de funkeira, nem de salão. Nada dessas exibições pressupostas como a arte da dança, mas essencialmente bem diferentes.
A arte da dança em si consiste em dançar concentrado, para dentro; desafiando os próprios limites, sentindo a expressão de si mesmo e a satisfação de conseguir superar-se apesar das aparentes restrições físicas. Sentir a música, sentir o corpo, sentir os músculos, sentir o ar que entra e sai. Sentir a beleza do fato/ato, a doçura de imprimir seu estilo e dar graça aos movimentos. Graça, força, leveza, ternura, agilidade, entusiasmo, explosão. Aliás, esta não é a primeira vez que me refiro à dança como expressão e explosão. Muito diferente de dançar para agradar 'as mina' ou para que 'os mano' vejam uma bunda chacoalhando.
E tambem é porque eu fiz uma aula maravilhosa ontem... vcs não sabem o quão gratificante é ir embora e dizer a si mesma: "Eu fiz um salto lindo hoje. Eu aprendi a girar melhor. Eu me alonguei lindamente". Não há quem não esqueça o resto do dia. Além do mais, minha dupla no alongameto: teacher Edy. Uh, friozinho na barriga... "Me ferrei, agora vou fazer tudo errado", pensei, a princípio. Mas foi ótimo. Nada como ter uma profissional cuidando do seu corpo. Fiz todos os exercícios direitinhos, com a ajuda de quem realmente entende. É claro que doeu muuuuuuuuuito quando ele girava meus pés para fora e me fazia alongar além, forçando a superar-me e a progredir. Mas vale a pena.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Quem QUEREMOS ser!

"Um dia me disseram
Quem eram os donos
Da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro, ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum..."

(Engenheiros do Havaí)

Belos versos... somos quem podemos ser, mas somos também nossos sonhos, atitutes e objetivos. Somos quem podemos ser sim; mas discordo parcialmente. Somos também quem QUEREMOS ser. A vontade interna, a mobilização interna, refletem no sentido externo. Nossas ações são reflexos de nossos pensamentos, valores e sentimentos internos. Por isso, somos quem queremos ser. Claro, somos quem podemos ser também. Eu não posso ser a Sandy nem a Jennifer Aniston. Não nasci princesa e nem tenho vocação à santa. Mas encaremos, somos donos de nosso destino. E faz-se necessário dizer aqui. Mesmo que doa aos acomodados e oportunistas.

" Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
Quem ocupa o trono
Tem culpa
Quem oculta o crime
Também
Quem duvida da vida
Tem culpa
Quem evita a dúvida
Também tem..."

quarta-feira, 23 de abril de 2008

É simples...

Sabe qual a melhor coisa do mundo? Ah, é ter amigos. Ter amigos, os velhos e bons, os verdadeiros, os de verdade, os que perduram, os que permanecem, os que ficam. Os companheiros, os pacientes, os ouvintes, os divertidos, os amáveis, amigáveis, os honestos (mais que o clichê da sinceridade acima de tudo), os de caráter, os de bem, os de bom senso.
Faço questão de frisar que o melhor num bom amigo são seus valores e seu caráter. Aquele de bases sólidas e boa índole, de boa essência, não se deixam levar por oportunismos e interesses esporádicos, de pouca importância. Conhecem o que é maior e mais fundamental na vida humana. Estão além das baladas, da grana emprestada, do choro desabafado.
É extremamente gratificante encontrar os bons e velhos amigos e amigas; ver que nos tornamos as mocinhas e mocinhos com os quais sempre sonhamos ser (quer dizer, mais ou menos. Nos sonhos antigos, nós ganhávamos rios de dinheiro. hehe). Que somos capazes de superar os obstáculos, de vencer os desafios e propor novos. E que temos os amigos de sempre para nos acompanhar nessa jornada e cuja evolução também acompanhamos e da qual participamos. Aqueles que temos o prazer de encontrar num rápido almoço ou de passar horas conversando a fio.
A todos vocês, meus grandes, velhos, novos e todos amigos.... amigos-amigos... do peito... não colegas... Eu vos amo!!!! =)
Cê, valeu pelo almocinho de hoje!!!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Shhhhh....!

"O silêncio e a calma não são apenas a ausência de barulho e de conteúdo. São a dimensão mais profunda do nosso ser, a inteligência primordial, a consciência de que só podemos ser felizes Agora. O poder transformador do silêncio está em nos libertar de nossos pensamentos, medos e desejos, dissipando as tensões do passado e as expectativas em relação ao futuro. Só no presente podemos descobrir quem realmente somos, alcançando assim a paz e a alegria que estão dentro de nós"

teste

rrw

quarta-feira, 16 de abril de 2008

"I'll forget the breeze..."

"The blower's daughter..."

"And so it is.... "